ZEMA, A ZEBRA EM UM BRASIL FRATURADO

Luiz Antônio Athayde Vasconcelos

O vírus está por aqui mas sem causar pânico, todavia.
O sistema estadual de saúde está preservado, sem filas, sem superlotação ou manifestação de desespero por parte da população em busca de assistência médica.
Desde o início da crise, o governador, em momento algum, politizou a pandemia, sem perder a altivez e a firmeza.
Partiu logo para a implementação de medidas práticas de esclarecimentos e de preparação célere do sistema de saúde do estado. Montou em tempo recorde o maior hospital de campanha do país para acudir qualquer mineiro e não só aqueles que moram na RMBH (felizmente, até o momento, sem a ocupação de um único leito). Aceitou ajuda e partiu para recuperar mais de 400 respiradores. Quanto às compras de equipamentos e de material hospitalar, seguiu rigorosamente preços de mercado, sem nenhum escândalo.
Não assinou carta intimidatória dirigida ao presidente, não tutelou prefeitos, ao contrário, descentralizou ações e estimulou os alcaides a assumirem suas responsabilidades na instrução do isolamento customizadas aos seus municípios e, no momento apropriado, à distensão das medidas de confinamento.
Não montou púlpito para mandar recados e nem fazer discurso virulento diário. Criou um ambiente de cooperação entre todas as esferas de governos, convidou e não impôs aos mineiros a entenderem a gravidade da situação. A pandemia por aqui tem tamanho.
Os resultados estão aí:
mesmo conhecida a sua letalidade, o Corona não devastou o estado, a população segue alerta mas não há pânico.
Zema dá um exemplo de governança responsável e de temperança ao país no cuidar dos mineiros.

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